Fundação
A FUNDAÇÃO
Escola de Nossa Senhora do Amparo
A Escola Nossa Senhora do Amparo está situada na Praça do Centenário, 1221, bairro Farol, Maceió, Estado de Alagoas.
Alagoas, emancipada em 16 de setembro de 1817, possui uma população de 3.127.683 habitantes, segundo dados do censo IBGE, ano 2024. Tem como capital a cidade de Maceió, povoado que nasceu nas redondezas de um engenho. O nome Maceió se origina do riacho Massayó, palavra de origem indígena e quer dizer “o que tapa o alagadiço”. Esse riacho hoje corta o centro da nossa capital e é conhecido por riacho Salgadinho.
Como realidade escolar, a Instituição é dirigida pela Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Amparo e é uma Escola Católica, fundada em 14 de fevereiro de 1932 em Maceió. Quando inaugurada, recebeu o nome de Escola Doméstica Maria Imaculada, mais tarde, passou a ser Escola Nossa Senhora do Amparo. No início funcionava em regime internato, atendendo crianças e jovens do sexo feminino da cidade de Maceió e circunvizinhas.
Foi o Cônego Cícero de Vasconcelos quem fez o convite para a Congregação atuar na área de educação na cidade de Maceió e as Irmãs que iniciaram o trabalho foram: Irmã Ana de Nossa Senhora do Carmo, Irmã Stella da Eucaristia e Irmã Inês. Desde o princípio, as Irmãs que passam por aqui buscam ser fiéis ao ideal educativo dos Fundadores, Servo de Deus Padre Siqueira e Irmã Francisca Pia.
Por ser uma Escola Católica, sua proposta educativa pauta-se nos valores do Evangelho, portanto, cuida da formação humana e cristã de seus educandos e educadores. Tendo como princípio básico a educação do coração, se firma na certeza de que, segundo o Servo de Deus Padre Siqueira, “A educação é tudo! É mais que tudo! É a vida do gênero humano, é o caminho da luz, da paz, da verdadeira nobreza e felicidade”.
(Retirado do Projeto Político Pedagógico, PPP 2024/2027 – Marcos de Referência p.06)
A PADROEIRA
Nossa Senhora do Amparo
NOSSA SENHORA DO AMPARO é a Padroeira da Congregação. Sua devoção tem origem na antiguidade, na cidade de Lamego, Portugal, por causa de uma imagem da Virgem do Amparo, atribuída ao ex-fariseu Nicodemos, que aderiu à Igreja nascente após a ressurreição de Cristo.
A invocação a Nossa Senhora do Amparo tornou-se popular na velha Lusitânia, entre os marujos que, em suas longas e perigosas travessias, imploravam a proteção e o amparo de Maria, ao enfrentarem as tempestades e os riscos do oceano desconhecido.
Logo após o descobrimento do Brasil, o culto a Nossa Senhora do Amparo chega até nós. Em Olinda, Pernambuco, um dos primeiros templos lhe é consagrado. A Cidade de Fortaleza teve sua origem no forte de Nossa Senhora do Amparo.
O Padre Siqueira, neto de Francisco Antonio de Andrade, que pertencia à colônia portuguesa existente em Jacareí, Estado de São Paulo, ao fundar sua Instituição de Caridade, em Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro, em 1871, deu o nome de Escola Doméstica de Nossa Senhora do Amparo, assim como o nome da Congregação dedicada à educação de crianças pobres.
Na verdade, o amparo de Maria está presente em nossos momentos de dor, de aflição e de alegria. Ela está junto à cruz de cada um de seus filhos. Ela é o amparo das crianças e dos sofredores.
FUNDADOR SERVO DE DEUS
Padre Siqueira

Fundador da Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora do Amparo, nasceu em 16 de julho de 1837, na cidade de Jacareí, Estado de São Paulo e se ordenou no dia 8 de dezembro de 1864. Faleceu em 10 de abril de 1881, em São José dos Campos, Estado de São Paulo.
Fundou a Escola Doméstica Nossa Senhora do Amparo em Petrópolis Rio de Janeiro, em 1871, para educar crianças e jovens. Escolheu Nossa Senhora do Amparo para ser a Mãe e Mestra de sua Obra que ele considerava divina.
FUNDADORA
Irmã Francisca Pia

Sobrinha do Pe. Siqueira, com apenas 20 anos, deu continuidade ao projeto de educação deixado por seu tio com a inauguração da Escola Doméstica de Nossa Senhora do Amparo em Petrópolis em 1871.
Irmã Francisca, mais conhecida como Mamãezinha se tornou a primeira Religiosa da Congregação no dia 25 de março de 1907. Faleceu em 07 de janeiro de 1931 em Petrópolis.








